Câmara de Chapada aprova leilão de bens inservíveis; veículos, máquinas e sucatas eletrônicas serão alienados

24/04/2026 09:41

Em sessão realizada na Câmara Municipal, foi aprovado o Projeto de Lei nº 017/2026, de autoria do Poder Executivo, que autoriza o município de Chapada a realizar um leilão público para a venda de bens móveis considerados inservíveis. A medida visa dar um destino útil a materiais que hoje geram custos de manutenção ou ocupam espaço físico sem produtividade, permitindo que os recursos arrecadados sejam reinvestidos em melhorias para a comunidade.
A autorização segue as diretrizes da Nova Lei de Licitações (Lei Federal nº 14.133/2021) e da Lei Orgânica Municipal. De acordo com o texto aprovado, serão leiloados itens cujos consertos são economicamente inviáveis ou que já atingiram o fim de sua vida útil para o serviço público.
O leilão será dividido em lotes estratégicos, abrangendo desde maquinário pesado até equipamentos eletrônicos. Confira os destaques:
Lote 1 (Veículos e Máquinas): Inclui uma motoniveladora Dresser, uma Chevrolet Spin (2016), uma ambulância Renault Master, micro-ônibus escolares, uma Kombi, além de um tanque pipa e veículos leves como um Fiat Uno e uma Ford Courier.
Lote 2 e 3 (Informática e Climatização): Composto por 10 aparelhos de ar-condicionado e mais de 190 itens de informática, entre CPUs, monitores, impressoras e nobreaks.
Lote 4 (Eletrônicos em Geral): Sucatas de televisores, rádios, lavadoras de roupa (incluindo uma Consul 16kg), micro-ondas e projetores.
Lote 5 (Saúde): Equipamentos hospitalares e odontológicos fora de uso, como autoclaves, compressores, seladoras e cadeiras de rodas.
Antes da realização do certame, todos os bens passarão por uma Comissão Especial de Avaliação, que fixará o valor mínimo para cada item. Conforme o Artigo 3º da lei, a Administração Municipal mantém a prerrogativa de retirar qualquer item do leilão caso entenda, até o momento da venda, que o bem ainda pode ser reaproveitado pelo Município.
O prefeito Gelson Miguel Scherer, na justificativa do projeto, destacou a importância da medida para a saúde financeira do município. "Não se justifica comprometer recursos financeiros da municipalidade para a recuperação de veículos e equipamentos usados e antieconômicos. O leilão transforma o que é hoje sucata em recurso que retornará ao povo chapadense em forma de investimentos", pontuou.

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